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VALOR DO AUXÍLIO EMERGENCIAL SERÁ MENOS DA METADE DO ANTIGO


O governo federal já estuda a nova proposta do auxílio emergencial para os próximos meses. De acordo com informações do jornal Folha de São Paulo, serão três parcelas de R$ 200, com foco nos trabalhadores informais não atendidos pelo Bolsa Família.

Além da mudança do valor, o programa teria outro nome e novas exigências para o recebimento do benefício.  Ainda de acordo com o jornal, a proposta passará a ser chamada de "BIP" (Bônus de Inclusão Produtiva) e, para receber o auxílio, a pessoa terá que realizar um curso de qualificação profissional.

Para que o auxílio emergencial possa voltar o mesmo precisará se tornar mais enxuto, onde reduzir a quantidade de beneficiários seria fundamental para a retomada do programa.

Dentro dessa discussão para que seja possível restringir o público que deve retornar a receber o Auxílio Emergencial, uma das medidas é que apenas beneficiários do Bolsa Família bem como as famílias que estão na fila para serem incluídos no programa social possam ter direito ao auxílio.

Interlocutores do ministro Paulo Guedes informaram que cerca de 20 milhões de pessoas são amparadas pelo Bolsa Família e que o objetivo é apoiar aqueles que são considerados “invisíveis” e que continuaram sendo afetados pela pandemia sem qualquer apoio do governo.

Paulo Guedes defende a concessão do auxílio emergencial com o acionamento do estado de calamidade pública, que inicialmente havia se encerrado em 31 de dezembro. Pois o mesmo permitiria que as despesas com os novos pagamentos ficassem de fora do teto de gastos, regra esta que limita que as despesas cresçam acima da inflação.

*IG