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6.000 BRASILEIROS MORTOS E BOLSONARO CONTINUA COM MAU EXEMPLO



Um dia depois de o país ultrapassar 6.000 mortos por coronavírus e mais de 91 mil casos registrados, Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a provocar aglomeração e descumprir orientações das autoridades sanitárias.
O presidente também repetiu críticas aos governadores por causa do isolamento social determinado nos estados.

Sem aviso na agenda oficial, Bolsonaro viajou neste sábado (2) com sua comitiva para a região da cidade de Cristalina (GO).

O comboio presidencial parou em um posto de gasolina, chamado JK, onde Bolsonaro comeu pastel e tomou café.O presidente Jair Bolsonaro visitou posto de gasolina às margens da BR-040, em Goiás.

O presidente causou aglomerações e, em diversos momentos, puxou a máscara para o queixo, contrariando determinações de autoridades de saúde - Reprodução

No local, segundo mostram imagens divulgadas por um apoiador, o presidente provocou aglomeração para fazer foto, abraçou pessoas, inclusive um idoso, colocou a mão no ombro delas, entre outras coisas que contrariam as regras recomendáveis de distanciamento social.

"Estão destruindo o emprego no Brasil de forma irresponsável, até porque a curva (do vírus) não tem achatado. Vamos tomar cuidado, usar máscara", disse ele a um grupo de pessoas.

Bolsonaro usava máscara, mas, também contrariando as orientações, a retirava a todo momento para conversar com os simpatizantes.

"Esse vírus vai pegar mesmo, não tem como fugir", disse.

Ao ouvir a reclamação de uma pessoa sobre demissões, o presidente respondeu: "Quem decide é o governador, se depender de mim, está funcionando".


TRANSTORNO MENTAL DE BOLSONARO 

Segundo Miguel Reale Jr, 
Jair Bolsonaro, deve ser interditado:

“Já opinei ser a interdição um caminho eventual para Bolsonaro. Não estava a fazer blague. As atitudes habituais permitem supor possível transtorno de personalidade (…).

Atentemos para o comportamento reiterado de Bolsonaro, ao longo do tempo, em favor de situações que geram dor, em apoio a manifestações pelo fechamento do Congresso e do STF, chegando a agir, como presidente, para não se apurar devidamente a organização do ato de domingo 19 de abril; em campanha contra o isolamento social, única medida possível para reduzir mortes; usando a trágica expressão, ‘e daí?’ acerca do aumento do número de mortes; no gosto pelo aplauso popular, pois, no domingo 15 de março, ao ser ovacionado em frente ao Planalto falou: ‘Isso não tem preço’.

São esses os sinais indicativos de possível enquadramento nas categorias psiquiátricas acima lembradas, o que cumpre ser verificado por experts em medida adotada em defesa do País.”


*oantagonista e uol