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COM 2.484 PESSOAS MORTAS BRASIL ALCANÇA QUASE 40 MIL CASOS DE COVID-19



As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 6h40 desta segunda-feira (20), 39.144 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 2.484 mortes.
Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde no fim da tarde de domingo apontava 38.654 casos no país e 2.462.

Em várias capitais do país, as ofertas de leitos vem diminuindo. No Amazonas, por exemplo, os hospitais públicos já entraram em colapso. Em Manaus, até nas unidades básicas de saúde há pacientes em estado grave.

Neste domingo (20), o estado de São Paulo, onde há o maior número de contágios no país, chegou à marca de mil mortes, com 24 novos óbitos. O total de casos confirmados no estado foi de 14.267.

Caixa paga R$ 600 a 6,1 milhões de pessoas

A Caixa Econômica Federal segue com o calendário de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600. 


Nesta segunda-feira , serão creditados os pagamentos para 6.154.392 pessoas, entre beneficiários do Bolsa Família e inscritos via aplicativo e site, que vão receber por meio de poupança digital da CEF.

Até as 21h de domingo, já haviam sido pagos R$ 12,2 bilhões para 17,9 milhões de brasileiros. Entre os que já receberam a primeira parcela do benefício, estão 9,29 milhões de inscritos Cadastro Único que não recebem Bolsa Família; 3,85 milhões de beneficiários do Bolsa Família; e 3,44 milhões de cadastrados via aplicativo e site que já tinham conta poupança na Caixa.

Ao todo, 45,2 milhões de pessoas já haviam sido aprovadas para receber o auxílio emergencial, segundo a Dataprev.

Coronavírus no mundo




Sem isolamento, Suécia registra salto no número de casos

Com 10 milhões de habitantes, a Suécia está perto de atingir a marca dos 15 mil casos confirmados e registra a taxa de 118 mortes por milhão de habitantes -- o dobro da Dinamarca (55) e bem à frente da Finlândia (13), sob rígidos bloqueios.
Isso porque, enquanto a grande maioria dos europeus cumpria rígidas regras de isolamento social para tentar achatar a curva da pandemia do novo coronavírus, os suecos aproveitavam a primavera, frequentando escolas, bares, restaurantes e academias, que permaneceram abertos. O governo recomendava apenas que as pessoas guardassem distância umas das outras e pedia também que idosos permanecessem em casa.

A pandemia está se alastrando rapidamente pelas casas de repouso -- a terça parte dos asilos de Estocolmo apresenta casos de contaminação -- e levou o premiê Stefan Lofven, do Partido Social Democrata, a fazer um mea-culpa e reconhecer que o país não conseguiu proteger seus idosos.

A abordagem flexível do governo tampouco deverá preservar a economia. Segundo a ministra das Finanças, Magdalena Andersson, a previsão é de que o PIB caia em até 10% e o desemprego suba para 13,5%.